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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Habitação. As benesses que famílias endividadas estarão em vias de usufruir.

Uma proposta da maioria visa facilitar o acesso e pagamento do crédito à habitação por famílias endividadas e com dificuldades económicas. PSD e CDS querem aumentar o limite máximo do valor do imóvel, consagrar no regime especial as famílias numerosas e tornar o processo menos burocrático.
Economia
As benesses que famílias endividadas estarão em vias de usufruir
DR
Entre novembro de 2012 e setembro de 2013, apenas 19,4% dos 1.626 pedidos de acesso ao regime de proteção de famílias no que respeita ao crédito à habitação foram aceites pelos bancos, de acordo com o Jornal de Negócios.
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A dificuldade das famílias endividadas e com dificuldades económicas em conseguir usufruir deste regime especial levou os partidos da maioria a entregar uma nova proposta, que passa por aumentar o limite máximo do valor do imóvel de 120 mil para 130 mil euros, consagrar no regime as famílias numerosas com uma taxa de esforço igual a 40% e isentar as famílias de taxa e emolumentos aquando da emissão das certidões necessárias e permitir que as instituições dispensem no todo ou em parte a entrega dos documentos.
Isto porque a não entrega de documentos foi a causa para a exclusão de 26,7% das famílias do Regime Extraordinário de crédito à habitação.
O assunto vai ser alvo de discussão no plenário desta quinta-feira, no Parlamento.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

NOVA LEGISLAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA A PARTIR DE 1 DE DEZEMBRO

Sabia que a partir do dia 1 de Dezembro é obrigatório ter a certificação energética do seu imóvel antes de este ser promovido?
A nova legislação sobre eficiência energética obriga a que em qualquer anúncio comercial a classe de certificação do imóvel esteja mencionada. Se antes a obrigatoriedade se centrava somente aquando a transacção comercial (venda ou arrendamento) agora a nova legislação obrigada a que desde o momento zero tenha essa informação e a comunique. Esta será uma responsabilidade não só do proprietário mas igualmente aos mediadores imobiliário (nº 2 do artigo 14º e nº1 do artigo 20º). O incumprimento pode ser punido com uma coima que pode ir até 44.890€ no caso de pessoas colectivas. Se ainda não tem e procura ajuda neste sentido, consulte uma loja ERA próxima de si! Para uma informação detalhada consulte a nova legislação sobre eficiência energética de edifícios (DL 118/2013 SCE, de 20 de Agosto).

terça-feira, 7 de maio de 2013

entrega de casas aos bancos diminuiu 72%

o número de casas entregues aos bancos diminuiu 72,6% no primeiro trimestre de 2013, face ao mesmo período de 2012, informou hoje a apemip – associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal. no total, foram entregues, neste período, 639 imóveis em dação em pagamento às entidades bancárias.

em comunicado, luís lima, presidente da apemip, afirma que esta quebra se justifica “pela mudança de actuação da banca junto das famílias” que passou a ter “mais sensibilidade a tratar este assunto, apostando na renegociação dos créditos como primeira opção”.

luis lima alerta, porém, para o facto de se ter verificado uma tendência inversa no que respeita às dações feitas por promotores imobiliários, que viram os números subir. “as dificuldades que os promotores imobiliários atravessam neste momento são públicas. há cada vez mais promotores a entregar casas aos bancos, e a fecharem de seguida, por não conseguirem sobreviver”, afirmou.

segundo a apemip, as áreas metropolitanas de lisboa e porto concentraram 31% dos imóveis entregues em dação em pagamento neste primeiro trimestre, mas é nos municípios de montijo, fafe, vila real, vouzela e portel, que se verifica o maior aumento das dações, representando mais de metade da totalidade dos imóveis entregues em dação. em termos homólogos no montijo o aumento de dações é de 18%, em fafe de 300%, em vouzela de 267% e em portel de 1700%.

a área metropolitana do porto representou 15% das dações em pagamento registadas no trimestre, sendo que a de lisboa registou cerca de 15,5%. constata-se, à semelhança de análises anteriores, a descentralização deste fenómeno para fora dos grandes centros urbanos, o que faz depreender, face ao elevado número de casas, que esta entrega é feita por promotores e não por particulares, explica a apemip

sexta-feira, 8 de março de 2013

governo lança plano para reanimar a construção e o imobiliário

plano visa reconverter, reorientar e internacionalizar um dos sectores mais afectados pela crise
plano visa reconverter, reorientar e internacionalizar um dos sectores mais afectados pela crise
o governo lança esta sexta-feira um plano com 50 medidas que visa reanimar o sector da construção e imobiliário, no qual se integra o planeamento do pagamento de dívidas às construtoras, sendo que 750 milhões de euros já estão contratualizados, num total de mais de 800 milhões. as prioridades do chamado “compromisso para a competitividade sustentável do sector da construção e do imobiliário” são reconverter, reorientar e internacionalizar um dos sectores mais afectados pela crise
de acordo com o dinheiro vivo, entre as medidas de apoio do executivo estão projectos que se destinem à reabilitação urbana, internacionalização, formação profissional e a calendarização do pagamento de dívidas às construtoras por parte do estado e das autarquias. em causa estão cerca de 1,6 mil milhões de euros em atraso, dos quais a maior fatia (quase mil milhões) são da responsabilidade das autarquias, mas o valor já começou a ser abatido – os já referidos 750 milhões
entre as 50 medidas, algumas já estão em curso, mas a maioria é nova. segundo a publicação, estas são as mais importantes: estado e autarquias: cauções e dívidas;  reabilitação urbana: programa “jéssica” alargado; apoios europeus: 3,7 mil milhões do qren; internacionalizar: apostar no exterior; facilitar acesso: financiamento das pme; desempregados: estágios e formação

artigo publicado em dinheiro vivo

novas regras da mediação imobiliária facilitam acesso à profissão

a nova lei já foi promulgada e entrou em vigor este mês
a nova lei já foi promulgada e entrou em vigor este mês

a nova lei da mediação imobiliária, a lei n° 15/2013, de 8 de fevereiro, já foi promulgada e entrou em vigor este mês, trazendo algumas novidades. segundo a nova legislação, que se insere na directiva serviços da união europeia, serão eliminados os entraves no acesso às profissões, ou seja, as regras da directiva que foram impostas pela “troika” permitem a simplificação do acesso à actividade da mediação imobiliária, que passa a ser adquirida por tempo ilimitado, desde que se possua seguro de responsabilidade civil e idoneidade comercial
de acordo com o público, o desaparecimento da exigência de capitais próprios positivos e da exigência da regularidade da situação fiscal e contributiva junto das finanças e segurança social para o exercício da profissão é, actualmente, um factor positivo. isto porque, mantendo-se as exigências que vigoravam na legislação anterior, muitas mais empresas de mediação teriam de encerrar, sendo que algumas ainda podem conseguir contornar a crise que vive o sector e “sobreviver”
em causa está o facto de na nova legislação desaparecer a figura do angariador imobiliário, autonomamente regulada, solução que elimina muitos e constantes atritos verificados entre estes profissionais e os mediadores, o que também é positivo. desta forma, escreve o público, “cai a obrigatoriedade de inscrição no instituto da construção e do imobiliário (inci) como angariador imobiliário e a necessidade de celebração de contrato de prestação de serviços, escrito, com uma entidade mediadora licenciada”
ainda assim, refere a publicação, a nova lei referencia duas categorias de colaboradores que podem desempenhar funções para as empresas de mediação imobiliária: “os técnicos de mediação imobiliária, os quais descreve como aqueles que desempenham, em nome das mediadoras, as funções que definem a actividade de mediação imobiliária. os angariadores imobiliários, os quais considera como os colaboradores das mediadoras que coadjuvam os técnicos de mediação imobiliária, executando tarefas necessárias à preparação e ao cumprimento dos contratos de mediação imobiliária celebrados pelas mesmas”

artigo publicado em público

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Os bancos continuam a atribuir cada vez menos valor às casas

Os bancos continuam a atribuir cada vez menos valor às casas, na hora das avaliações para efeitos de concessão de crédito à habitação. Em termos médios, os bancos avaliaram o m2 da habitação em 1.026 euros em outubro.O valor representa uma descida de 0,1% face a setembro, mas uma queda de 6,1% face à avaliação feita um ano antes.

De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta segunda-feira, a desvalorização mensal da habitação deveu-se sobretudo à diminuição de 0,3% do valor médio de avaliação dos apartamentos, que mais que compensou o aumento de 0,3% observado nas moradias. Numa análise por regiões, Lisboa (-0,4%), Norte (-0,2%) e Centro (-0,3%) foram as que mais influenciaram o decréscimo mensal do valor médio de avaliação para o total do País.

Já na comparação homóloga, a generalidade das regiões registou taxas de variação homóloga menos negativas que as observadas no período anterior. A região de Lisboa, com um valor médio de avaliação de 1.217 euros/m2, ao qual correspondeu uma diminuição de 8,5%, foi a que mais contribuiu para a diminuição homóloga do valor médio do total do País.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aktiv, a casa pré-fabricada do ikea (vídeo)


Chama-se aktiv é a primeira casa pré-fabricada do ikea. trata-se de um projecto idealizado pelaempresa sueca em conjunto com o estúdio de arquitectura norte-americano ideabox. o imóvel terá uma área de 69 m2 e está dividido em dois espaços fundamentais: de um lado a suite e do outro a cozinha e a sala, de forma a tirar máximo partido do espaço existente
casa aktiv, que em português significa activa, está concebida para os amantes do ikea, estandoequipada apenas com produtos da marca sueca. apesar de se tratar de uma casa “low cost” – está disponível a partir de 86 mil dólares (65 mil euros) –, está equipada com tecnologia led, bem como de outras particularidades. o exterior é coberto com placas de metal ondulado e fibra de cimento

artigo publicado em excite.es